A Entrada Proibida
O quarto estava mergulhado em sombras, apenas a luz da rua entrando pelas cortinas. Ela dormia de costas, respirando devagar, o corpo relaxado, completamente vulnerável. Ele parou na porta, o coração disparado, observando cada curva, cada gesto inconsciente.
Ele
entrou devagar, fechando a porta atrás de si, e avançou em direção à cama. O
simples fato de estar ali, tão perto, fez o corpo dele estremecer. Aproximou-se
e deslizou a mão pelo braço dela, sentindo a pele quente. Um arrepio percorreu
o corpo dela, quase um gemido contido.
Sem
pressa, ele passou a mão pela cintura, descendo lentamente por baixo do lençol,
sentindo a intimidade dela, úmida e quente. Ela se contorceu levemente, um
gemido baixinho escapando da garganta, ainda adormecida, entregando-se
involuntariamente.
Ele
se inclinou, beijando o ombro e o pescoço dela, lábios quentes que provocavam
arrepios. Os dedos dele exploravam cada centímetro, roçando e pressionando o
clitóris, subindo para acariciar a pele da coxa, descendo novamente,
provocando-a sem piedade.
Ela
arqueava o corpo sozinha, gemendo baixo, enquanto ele penetrava um dedo
lentamente, entrando e saindo com firmeza, ritmando cada movimento com a
respiração dela. Cada toque fazia o corpo dela se contorcer, cada espasmo o
deixava ainda mais excitado.
Ele
acrescentou o segundo dedo, mais profundo, rápido, firme, enquanto os lábios
subiam para beijar a boca dela. Ela gemia, mãos tremendo, ainda sem consciência
plena, mas entregando-se completamente ao prazer proibido.
Quando
sentiu que ela estava prestes a gozar, ele se posicionou entre as pernas dela,
erguendo-a delicadamente, penetrando de uma vez, fundo e intenso. O choque
inicial arrancou um gemido mais alto, abafado contra o travesseiro.
O
ritmo era rápido e firme, cada estocada calculada para extrair o máximo de
prazer. Ele segurava os quadris dela, guiando cada movimento, enquanto ela se
arqueava, mordendo os lábios, gemendo alto demais para conter. O corpo dela
tremia, os músculos apertando, se enrolando ao redor dele.
Ele
alternava movimentos lentos e profundos com estocadas mais rápidas e precisas,
explorando cada reação, cada gemido, cada arrepio. Ela se entregava por
completo, chorando de prazer silencioso, perdida entre o toque dele e o calor
que percorria todo o corpo.
Quando
ela atingiu o clímax, o corpo inteiro se contraiu, gemidos abafados se
misturando a suspiros curtos e tremores involuntários. Ele não tardou a seguir,
enterrando-se fundo, sentindo o orgasmo pesado tomar conta de ambos, a
respiração misturada, a pele grudando, o calor absoluto.
Só
depois, exaustos, ofegantes e suados, ele se afastou lentamente, ajeitando o
lençol sobre os dois. Ela abriu os olhos lentamente, ainda sonolenta, confusa,
mas encontrou-o sorrindo — um sorriso de desejo e segredo, um segredo que
ninguém jamais saberia, e que transformaria aquela noite em algo impossível de
esquecer.
Comentários
Postar um comentário