O Escritório
O prédio já estava quase vazio. As luzes apagadas em boa parte dos andares, apenas o som distante do ar-condicionado. Ela ficou para terminar um relatório, mas não estava sozinha. Ele também havia ficado, o colega com quem trocava olhares durante o expediente inteiro.
Quando
passou pela sala dele para entregar uns papéis, a tensão se tornou
insuportável. Ele a puxou pelo braço, fechando a porta atrás de si com um
estalo seco.
O
beijo veio urgente, quente, a língua dele invadindo sua boca com fome. Ela
tentou protestar, mas a respiração já estava falhando. As mãos dele desceram
para a sua cintura, puxando-a contra a mesa.
Com
um gesto rápido, ele varreu alguns papéis e canetas, deitando-a sobre a
superfície fria. A saia subiu com facilidade, revelando a calcinha. Ele passou
os dedos por cima do tecido úmido, pressionando contra o clitóris, arrancando
um gemido que ela mordeu os lábios para não deixar escapar alto demais.
Ele
então puxou a calcinha de lado e enfiou dois dedos nela de uma vez, fortes,
rápidos, estocando fundo. A outra mão apertava a boca dela para abafar os sons,
enquanto ela se contorcia na mesa, sentindo o corpo ferver de prazer e medo de
serem pegos.
Quando
o corpo dela começou a tremer, prestes a gozar, ele retirou os dedos, abriu o
zíper da calça e a penetrou de uma vez, sem aviso. O choque da primeira
estocada a fez soltar um grito abafado contra a palma dele.
Ele
a fodia firme, batendo a mesa contra a parede a cada investida. O ritmo era
rápido, intenso, como se tivessem apenas alguns minutos antes de alguém abrir a
porta.
Ela
agarrava os ombros dele, puxando-o mais fundo, as pernas entrelaçadas em sua
cintura. O som da pele contra pele ecoava no silêncio do escritório, misturado
à respiração ofegante dos dois.
Ela
gozou primeiro, o corpo arqueando, os músculos apertando forte em volta dele.
Isso o fez perder o controle — ele acelerou ainda mais, enterrando-se fundo até
explodir dentro dela, gozando com força, o corpo tremendo sobre o dela.
Ficaram
assim por alguns segundos, suados, arfando, até que ele se levantou e puxou a
calcinha dela de volta para o lugar. Ela ajeitou a saia e os cabelos, ainda com
as pernas bambas.
Quando
saíram da sala, a expressão nos rostos era séria, profissional — mas o olhar
cúmplice dizia tudo: aquele escritório nunca mais seria apenas um lugar de
trabalho.
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